Ibirataia: Vereador Juca Muniz reivindica melhorias para trabalhadores terceirizados da limpeza pública


O vereador Juca Muniz (PP), esteve na manhã desta segunda-feira (03) em uma reunião com o Sindicato dos Funcionários da Limpeza Pública – SINDLIMP e o representante da Empresa que presta serviços de limpeza ao município – A&S, onde na reunião foi reivindicado a assinatura da carteira de trabalho, pagamento do salário estipulado pelo sindicato, pagamento de salubridade, entrega do fardamento com EPIs e ticket alimentação dos cerca de 80 servidores terceirizados contratados. A empresa A&S, comprometeu-se a regularizar, até a próxima sexta-feira (07), onde acontecera uma próxima reunião. “Espero que a empresa honre com todos os compromissos firmados aos trabalhadores terceirizados.”, confirmou o vereador Juca Muniz.

Ibirataia: Prefeita é acusada de dar calote em topiqueiros durante campanha eleitoral


Topiqueiros que prestaram serviço na campanha que elegeu a prefeita Ana Cléia (PSD) em outubro do ano passado alegam que sofreram “calote” da candidata e de sua coligação. Os profissionais acusam a chapa “Coligação Para Cuidar da Nossa Gente” de não pagar serviços prestados durante a campanha eleitoral de 2016. Os mesmos cobram a quitação do valor de R$ 2.220,00 mil por serviços supostamente prestados durante os meses de agosto e setembro do ano passado. Segundo o presidente da categoria Gildásio Farias, os valores foram acordados com o chefe da campanha da então candidato a prefeita, onde 12 topiqueiros foram contratados para transportarem os eleitores na época eleitoral.

Sabemos que por lei toda prestação de serviço durante campanha eleitoral deve ser formalizada em contrato, mesmo que ela seja voluntária. Em casos de trabalho voluntário, o candidato deve estimar quanto valeria o trabalho para declarar à Justiça Eleitoral. Agora só nos resta uma pergunta, será que a prefeita prestou contas à Justiça Eleitoral sobre estes gastos? (Bahia em Dia)

Apuarema: Vereador denuncia Prefeitura por gastar mais R$ 7 mil na locação de Toldo


Na última sessão Plenária da Câmara de Vereadores realizada na noite desta terça-feira (30), o vereador Madson Supriano, mais conhecido como “Matinho”, denunciou fraudes em contratos e na folha de pagamento da Prefeitura Municipal de Apuarema.

Segundo o vereador, o Contrato Administrativo 141-2017 consta uma dispensa de licitação com o objeto de locação de 03 Toldos 6×6 para apoio das atividades do campeonato municipal de futebol no valor de R$ 7.800 (sete mil e oitocentos reais) e ao visitar o local o edil constatou que havia apenas 01 toldo e no tamanho 4×4, ou seja, além de não existir a quantidade contratada o toldo que estava no local custa em média R$ 235,00 (duzentos e trinta e cinco reais). “Eu sugiro que o prefeito respeite o dinheiro público e faça aquisição de Toldos para o município, esse recurso economizado já daria pra comprar as lâmpadas para os postes da cidade, melhorando o caos da iluminação pública”, bradou Matinho.

O vereador Matinho reafirmou o compromisso com a população e prometeu ir adiante com suas denúncias, levando ao conhecimento do Ministério Público os vários aumentos salariais de funcionários sem justificativas, contratos fraudulentos e cargos sem nomeação publicada no Diário Oficial dos municípios. “Minha luta é pelo povo”, finalizou o vereador. (Apuarema Nossa Terra)

Jitaúna: Ex-prefeito Edson terá de ressarcir os cofres públicos em mais de 250 mil reais


As Contas da Prefeitura Municipal de Jitaúna, concernentes ao exercício financeiro de 2015, da responsabilidade do Sr. Edson Silva Souza, ingressaram eletronicamente no Tribunal de Contas, através do e-TCM, denuncias de irregularidades praticadas, ao longo do exercício financeiro de 2015, todas elas devidamente constatadas e registradas no processo de prestação de contas nº 02158e16, sem que, contudo, tivessem sido satisfatoriamente justificadas. Considerando que ditas irregularidades atentam, gravemente, contra a norma legal e contrariam os mais elementares princípios de natureza contábil, financeira, orçamentária e patrimonial; multa no valor de R$ 20.000,00 (vinte mil reais), e ainda, em razão de ter deixado de ordenar ou promover, na forma e nos prazos da lei, a execução de medida para a redução do montante da despesa total com pessoal que excedeu ao limite máximo estabelecido no art. 20, inciso III, aplicar ao mesmo a multa, no valor de R$ 54.000,00 (cinquenta e quatro mil reais), correspondente a 30% dos seus vencimentos anuais, providencie o ressarcimento aos cofres públicos municipais da importância de R$ 214.264,86 (duzentos e quatorze mil, duzentos e sessenta e quatro reais e oitenta e seis centavos), sendo R$ 210.250,86 referente a Comprovantes, Notas Fiscais e/ou Recibos apresentados em cópia, R$ 4.014,00, concernentes a despesas com publicidade desacompanhada de elementos que viabilizem a constatação da efetiva divulgação, conforme disposto no item 5. “DO ACOMPANHAMENTO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA”. A multa aplicada e o débito imputado deverão ser recolhidos ao erário municipal, na forma estabelecida nas Resoluções TCM nº 1124/05 e 1125/05, respectivamente, sob pena de se adotar as medidas preconizadas no art. 74 da multicitada Lei Complementar. A multa se não for paga no prazo devido, será acrescida de juros legais. (Sudoeste Urgente)

Ibirataia: Feira do Brás e 25 de Março gera polêmica na cidade


Este fim de semana, a feira itinerante denominada, “Feira do Brás e 25 de Março” ficará quatro dias instalada no Clube Social, localizado no centro de Ibirataia. O assunto gera divergentes opiniões entre comerciantes locais e consumidores. De um lado os comerciantes que são consideravelmente prejudicados, por outro lado, a população que saúda a chegada da feira, que segundo os mesmos, oferece preços baixos e uma variedade de produtos.

Revoltados, comerciantes alegam que pagam seus impostos e lutam diariamente para permanecerem em atividade, dando emprego aos moradores, e, de repente, chegam os feirantes do Brás para levar o dinheiro dos consumidores embora.

Em contato com o Bahia em Dia, uma comerciante que não quis se identificar, relatou que a Feira do Brás faz com que os consumidores do município deixem de pagar as suas contas para utilizar o dinheiro para fazer compras nas várias barraquinhas que são instaladas naquela localidade. E ainda falou, “Achamos que a instalação deste tipo de feira é desleal com os comerciantes locais porque tira a nossa clientela. Este tipo de feira não contribui com a cidade e não gera retorno econômico para o município como nós que aqui estamos, pagando aluguéis e gerando empregos”, comenta a comerciante.

Neste sábado (22), a nossa reportagem esteve no Clube Social, local onde está instalado a feira, e, por sua vez, alguns consumidores relataram a nossa equipe que a Feira do Brás é uma opção de comprar gastando pouco, além de ser um atrativo para as pessoas. “Passei aqui na frente e parei para dar uma apreciada. Achei interessante, é algo diferente, o custo é acessível e legal”, disse uma consumidora. (Bahia em Dia)

Aurelino Leal: Mais de uma tonelada de carne é apreendida; fazendeiro é multado em R$ 20 mil


Mais de uma tonelada de carne foi apreendida nesta quinta-feira (20), na cidade de Aurelino Leal, após denúncia anônima. O dono do material é um fazendeiro, pego em flagrante transportando a carne, que estava coberta com uma lona, em um carro sem refrigeração. A apreensão foi feita por uma equipe da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), vinculada a Secretaria da Agricultura da Bahia (Seagri), que também multou o homem em R$ 20 mil.
Conforme Adab, o fazendeiro confessou que fazia abate ilegal de gado na propriedade dele, situada na zona rural do mesmo município onde a carne foi encontrada. Foram apreendidos ainda quatro carcaças bovinas com vísceras. Segundo a equipe da Adab, são matérias impróprios para consumo humano, porque foram abatidos em locais impróprios, sem procedência. Ainda conforme a agência, o abate correto deve ser em frigorífico credenciado, com inspeção de médico veterinário para saber a procedência do gado. Na região sul da Bahia, o pecuarista paga para o abate, uma taxa entre R$ 40 e R$ 60 por cada cabeça de gado. O material apreendido foi incinerado ainda na tarde desta quinta-feira, em Itabuna. A adab também abrirá processo administrativo contra o fazendeiro e vai fiscalizar a propriedade. (G1)