Prefeito é preso e confessa estupro de menina de 8 anos em SP


O prefeito interino de Bariri (SP), Paulo Henrique Barros de Araújo (PSDB), de 34 anos, foi preso na manhã deste sábado por raptar e abusar de uma menina de 8 anos, no Vale do Igapó, em Bauru (SP). De acordo com a polícia, ele confessou ter estuprado a menor.

Após o registro da ocorrência por flagrante de estupro de vulnerável, Araújo foi levado à cadeia de Barra Bonita, às 19h50min. Ele deverá passar por audiência de custódia neste domingo, em Bauru.Segundo apurou a Polícia Militar, que efetuou a prisão, o interino pegou a criança num conjunto residencial e se dirigiu até um matagal, onde o carro acabou caindo em um buraco. A menina conseguiu se desvencilhar do prefeito, correu e pediu ajuda a um casal. Araújo foi encontrado caminhando entre árvores. Ele tentou fugir e entrou em luta corporal com os policiais. De acordo com o registro policial, o político aparentava estar sob efeito de drogas. Uma perícia vai verificar se houve relação sexual.

O preso é presidente da Câmara de Vereadores de Bariri, cidade com cerca de 35 mil habitantes, e está no cargo de prefeito desde o início do ano passado. Em nota, a Câmara de Bariri anunciou que, na segunda-feira, de posse do registro policial, vai entrar com pedido de quebra de decoro e afastamento do prefeito. Também será discutido quem assume o cargo de prefeito até a nova eleição marcada para junho.

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) marcou novas eleições para 3 de junho, pois, após o pleito de 2016, os candidatos a prefeito e vice da chapa mais votada – Francisco Leoni Neto e Benedito Mazotti, ambos do PSDB – tiveram o registro indeferido com base na Lei da Ficha Limpa.

Ministério Público abre inquérito contra Alckmin por suspeita de caixa 2


O Ministério Público de São Paulo abriu inquérito contra o ex-governador do Estado Geraldo Alckmin (PSDB) por suposto ato de improbidade. Alckmin, pré-candidato à Presidência da República, teria se beneficiado de valores estimados em R$ 10,5 milhões repassados para suas campanhas de 2010 e 2014 via Caixa 2.
Assinam a peça Otávio Ferreira Garcia, Nelson Luis Sampaio de Andrade e Marcelo Camargo Milani, todos da promotoria de defesa do patrimônio público. Os promotores usam o artigo 11 da Lei de Improbidade para embasar o procedimento. O artigo 11 estabelece que “constitui ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública qualquer ação ou omissão que viole os deveres de honestidade, imparcialidade, legalidade e lealdade as instituições”.
Na semana passada, a ministra Nancy Andrighi, do Superior Tribunal de Justiça, remeteu para a Justiça Eleitoral de São Paulo o inquérito contra Alckmin que tramitava na Corte Superior. Em tese, a prática de Caixa 2 da qual Alckmin supostamente se favoreceu é de competência eleitoral.

Joesley afirma que pagava mesada de R$ 50 mil para Aécio por meio de rádio


O empresário Joesley Batista afirmou, em depoimento à Procuradoria-Geral da República (PGR), que pagou uma mesada de R$ 50 mil ao senador Aécio Neves (PSDB-MG) entre 2015 e 2017. O dinheiro chegava ao tucano por meio de pagamentos feitos pela JBS à rádio Arco Íris, afiliada da Joven Pan em Belo Horizonte, da qual Aécio foi sócio.

Ainda segundo o relato de Joesley, o senador pediu a mesada a ele durante um encontro no Rio. Nas palavras do delator, Aécio disse que usaria o dinheiro para “custeio mensal de suas despesas”. As informações são da edição desta sexta-feira do jornal “Folha de S.Paulo” e foram confirmadas pelo GLOBO.

De acordo com a reportagem, além de fazer o relato do pagamento das mesadas, Joesley entregou para os investigadores 16 notas fiscais de R$ 54 mil emitidas pela rádio no período em nome da JBS. Os recibos têm como justificativa a prestação de “serviço de publicidade”, em forma de “patrocínio do Jornal da Manhã”, um dos programas da rádio.

Joesley não esclareceu, no depoimento, a diferença de R$ 4 mil no valor das notas e na mesada acertada com Aécio. Ele relatou não saber se as propagandas de fato foram veiculadas, mas reforçou que sua intenção era repassar a mesada para ter bom relacionamento com tucano, candidato à Presidência da República em 2014.

O último pagamento da JBS a Aécio, segundo a “Folha”, ocorreu em junho de 2017, um mês após vir à tona a delação dos executivos do grupo. Em um dos pontos da colaboração, Joesley gravou o senador tucano lhe pedindo R$ 2 milhões. Parte do dinheiro foi entregue a um primo de Aécio, Frederico Pacheco. Aécio, Pacheco e a irmã do senador, Andrea, tornaram-se réus neste processo no Supremo Tribunal Federal (STF) na última terça-feira.

À “Folha”, o advogado Alberto Toron, que defende Aécio, negou o pagamento de uma mesada e afirmou que Joesley se aproveita de uma “relação comercial lícita” para “forjar mais uma falsa acusação” contra o senador mineiro.

Itamari: Ex-prefeitos ‘Nego’ e ‘Miquinha’ têm contas rejeitadas pelo TCM


O Tribunal de Contas dos Municípios, nesta terça-feira (17/04), rejeitou as contas da Prefeitura de Itamari, da responsabilidade de Valter da Silva Júnior, o “Nego”, e Erivaldo Andrade Silva, o ”Miquinha”, relativas ao exercício de 2016. O relator do parecer, conselheiro Plínio Carneiro Filho, determinou a formulação de representação ao Ministério Público Estadual contra os gestores em razão do descumprimento do artigo 42 da Lei de Responsabilidade Fiscal – restos a pagar sem recursos disponíveis – e por irregularidades em licitações.

Nego, que ficou no cargo no período de 01/01 a 06/07 de 2016, foi multado em R$15 mil e terá que restituir aos cofres municipais, com recursos pessoais, a quantia de R$110.985,04, devido a realização de despesas sem comprovação. Já o sucessor, Miquinha, responsável pelo período de 07/07 a 31/12 de 2016, foi multado em R$7 mil.

A relatoria apurou que os recursos deixados em caixa pelo gestor, no montante de R$2.059.978,40, foram insuficientes para o pagamento das despesas inscritas como “restos a pagar e de exercícios anteriores”, resultando em um saldo negativo na ordem de R$2.200.902,86. Além de descumprir o disposto no artigo 42 da LRF, essa irregularidade também caracteriza a existência de grave desequilíbrio fiscal, e compromete o mérito das contas, impondo parecer pela rejeição por parte do TCM.

Os gestores também extrapolaram na despesa total com pessoal, vez que os gastos alcançaram o montante de R$14.144.075,88, que corresponde a 64,20% da receita corrente líquida do município, quando o limite máximo permitido pela LRF é de 54%.

O relatório técnico ainda destacou uma série de irregularidades formais em procedimentos licitatórios realizados no montante total de R$4.743.619,70, tais como ausências de comprovação de conformidade dos preços que orientaram o processo licitatório com os praticados no mercado, publicidade do resumo do edital e concorrentes para itens licitados. Cabe recurso da decisão.

Ibirataia: Vereador Bira da Topic cumpre agenda movimentada no último domingo (15)


O vereador Bira da Topic (PCdoB), cumpriu agenda movimentada neste último domingo (15). Logo pela manhã, o vereador participou do mutirão voluntário pela construção da laje da casa do amigo Gibí, no Bairro Nova Ibirataia de Cima. Ele não apenas foi para olhar, mas sim, pôs a mão na massa e ajudou na prática a construção da laje.Saindo do mutirão, Bira seguiu para a região rural das Três Barras, onde esteve visitando amigos e prestigiando um torneio de futebol realizado naquela localidade. Na oportunidade, Bira agradeceu e parabenizou os amigos Edmilson, Jurandir e Binho, pelo empenho para realizarem o torneio.  “Foi um domingo bastante produtivo. Pela manhã, participei de uma ação social, onde juntamente com amigos, realizamos um mutirão para construir a laje da casa de um grande amigo. Terminei o dia fazendo algo que mais gosto, que é prestigiar um evento esportivo, realizado nas Três Barras, onde pude rever e abraçar amigos e eleitores, além de anotar as demandas daquela comunidade”, disse Bira.

(Bahia em Dia)

Por unanimidade, STF torna Aécio Neves réu por corrupção e obstrução de justiça


Por 5 votos a 0, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) aceitou tornar o senador Aécio Neves (PSDB-MG) réu na ação que o acusa de corrupção e obstrução da Justiça (esta última acusação, recebeu quatro votos dos cinco ministros da Turma). O ex-presidenciável tucano foi denunciado em junho de 2017 pela Procuradoria-Geral da República, acusado de ter recebido 2 milhões de reais do empresário da JBS Joesley Batista como pagamento de propina, e de tentar impedir as investigações da Operação Lava Jato. Aécio Neves chegou a ser afastado de suas funções legislativas por 46 dias pelo STF, mas, após uma mudança de entendimento do próprio Supremo, foi salvo pelos colegas de Senado. O senador nega as acusações e se diz vítima de uma armação.

BA-120 que liga Ibirataia a Gandu vira lamaçal e atoleiro


Com as obras de recuperação e as recentes chuvas que caíram na região, vários trechos da BA-120, que liga Ibirataia a Gandu, viraram verdadeiros atoleiros. Enquanto a situação não se resolve, os motoristas se viram como podem para conseguirem vencer o lamaçal.

Quem sai de Ipiaú sentido a Gandu, passando primeiro pela BA-650 (trecho Ipiaú/Ibirataia), nem imagina o problema que vai encontrar ao chegar na BA-120, trecho Ibirataia/Gandu. Além de muita lama, não há sinalização sobre as condições da estrada e são os próprios moradores que tentam alertar os motoristas.Moradores e motoristas que dependem da estrada estão revoltados por terem de enfrentar os atoleiros e buracos numa rodovia estadual. Todos cobram uma solução.

Um morador da cidade de Ibirataia, informou ao Bahia em Dia que os lamaçais e buracos que tomaram a rodovia, geram perigos para quem dirige, bem como prejuízos para os carros. “No último sábado (14), tive um prejuízo de R$ 280 com o meu carro nesse trecho Algodão/Ibirataia”, relata.

“Caso a estrada não receba os reparos necessários, os representantes políticos da região, ou até mesmo o próprio governador terá de tomar uma providência urgente. Se continuar dessa forma, a estrada impedirá a nossa passagem definitivamente”, ressaltou um topiqueiro, acrescentando que o trecho que liga Ibirataia ao distrito de Algodão, estava com todo cascalho batido, provavelmente, pronto pra ser coberto pela malha asfáltica, mas “não compreende o porquê a empresa não deu continuidade”.

Vale ressaltar que ao iniciar os serviços, em novembro do ano passado, a empresa contratada, Construtora CONTEK, informou que a previsão é que até julho os serviços estejam concluídos.

(Bahia em Dia)

Itagibá: Justiça determina bloqueio de bens do prefeito Gilson Fonseca


O prefeito de Itagibá, Gilson Fonseca (DEM), teve os bens bloqueados por determinação da Justiça em sentença proferida nesta quinta-feira (12).

A decisão partiu da juíza Karine Costa Carlos Rhem da Silva, da 1ª Vara de Jequié, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1). O pedido foi apresentado pelo Ministério Público Federal. O teor do processo que pesa contra Gilson Fonseca consta na página do TRF-1, mas estão disponíveis apenas para usuários autenticados.

(Bocão News)

Seis partidos já tem pré-candidatos próprios para a disputa do governo baiano


No seu projeto de reeleição para mais quatro anos no comando do Palácio de Ondina, o governador Rui Costa (PT), terá no mínimo cinco concorrentes para serem vencidos. As convenções partidárias deverão ser realizadas no período entre 20 de julho e 5 de agosto, quando as legendas deverão escolher e homologar os nomes dos seus candidatos e coligações. Ainda restando seis meses para as eleições de 7 de outubro, a totalidade de pré-candidaturas anunciadas, é de políticos do sexo masculino. Além do governador Rui Costa (PT), que busca a reeleição, estão sendo apresentados como concorrentes à disputa sucessória, o deputado federal João Gualberto (PSDB), o ex-prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo (DEM), o ex-ministro da Integração Nacional, João Santana (MDB), o ex-prefeito de Salvador, João Henrique (PRTB) e o geólogo e militante político, Marcos Mendes (PSOL). Entre os dois principais partidos – DEM e PSDB – que predominam na oposição a Rui Costa, existe correntes que defendem a união por um projeto único, com a proposta de cada um deles de que haja união desde que candidato de sua sigla venha a ser a cabeça da chapa majoritária.

STF marca para dia 17 julgamento de denúncia contra Aécio Neves


A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) deverá decidir na próxima terça-feira (17) se recebe denúncia contra o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e o torna réu por corrupção e obstrução de Justiça, informou a assessoria do tribunal.

A decisão sobre a denúncia caberá aos ministros Marco Aurélio Mello (relator), Luís Roberto Barroso, Luiz Fux, Alexandre de Moraes e Rosa Weber. Se a maioria aceitar a denúncia, Aécio passa a responder ao processo penal na condição de réu e poderá contestar a acusação com novas provas. Só ao final da ação poderá ser considerado culpado ou inocente.

Aécio foi acusado em junho do ano passado, em denúncia da Procuradoria Geral da República, de pedir propina de R$ 2 milhões ao empresário Joesley Batista, dono da J&F, e tentar atrapalhar o andamento da Operação Lava Jato. Na época da denúncia, o senador negou a acusação e disse ser vítima de “armação”.

Em nota divulgada nesta terça (10), o advogado de Aécio, Alberto Toron, disse que o senador foi “vítima de uma situação forjada, arquitetada por criminosos confessos”. A nota afirmou ainda que “inexiste crime ou ilegalidade na conduta do senador”.

Junto com o parlamentar, são acusados pela PGR a irmã dele, Andréa Neves da Cunha, o primo Frederico Pacheco de Medeiros e Mendherson Souza Lima, ex-assessor parlamentar do senador Zezé Perrela (MDB-MG). A PGR diz que o dinheiro supostamente pedido por Aécio e pela irmã era propina para beneficiar o grupo com favores políticos. A defesa do senador e da irmã diz que o montante era para pagar advogados. Segundo a PGR, o senador também tentou embaraçar as investigações ao tentar aprovar nova lei contra abuso de autoridade com o suposto objetivo de punir juízes e procuradores; aprovar anistia a crimes de caixa 2 – doações não declaradas de campanha; e tentar interferir na escolha de delegados para conduzir investigações da Lava Jato.

(G1)